Descrição do produto

REPRODUÇÃO DE OBRA DE ARTE 

  • MOVIMENTO:
  • Arista da obra: Paul Gauguin (francês)

 

ARTE DIGITAL (simula técnica utilizada na arte tradicional / obra de arte multimídia)

    • Reprodução em alta definição com tinta pigmentada
    • Impressão em altíssima qualidade em tecido canvas traduz a mesma aparência de uma tela de pintura com aspecto artístico.
    • Canvas (80% algodão + 20 % poliéster): tecido “flexível”, de aparência rústica.
    • Podem ser tencionados (esticados) em chassi de madeira, estrutura leve e prática: é pendurar na parede (adquira opção tela pronta para pendurar).
    • Podem receber moldura (adquira a opção tecido enrolado e procure seu moldureiro para escolher uma moldura que a valorize).

 

 

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DETALHES DA OBRA ORIGINAL:

Título da obra: Merahi metua no Tehamana (Tehamana Has Many Parents or The Ancestors of Tehamana)

Arista da obra: Paul Gauguin (francês)

Ano da obra: 1893

Técnica original da obra: Óleo sobre tela de juta

Dimensões originais da obra: 75 × 53 cm

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HISTÓRIA E CURIOSIDADES DA OBRA:  

Paul Gauguin viajou para a França rural e depois para o exterior em busca de inspiração para sua arte. Sua busca levou o ex-corretor da bolsa às regiões francesas da Bretanha e da Provença, ao Panamá e à Martinica e, finalmente, ao Taiti e às Marquesas, no Pacífico Sul. Esse retrato imponente do jovem tahitian vahine (amante) taitiano de Gauguin, Tehamana, é talvez uma despedida, já que foi pintado pouco antes de o artista deixar a ilha, retornando à França por dois anos. Vestida de maneira elaborada, com os cabelos decorados com flores, Tehamana está sentada diante de um misterioso fundo pintado que lembra um friso na parede de um antigo palácio ou templo. Duas mangas maduras – talvez uma oferenda ou símbolo de fertilidade – descansam ao lado de seu quadril. Ela aponta um leque, um emblema de beleza, em direção à figura similarmente frontal de uma deusa, que também usa uma flor vermelha nos cabelos. O leque, flores, frutas e até mesmo o olhar de Tehamana sugerem não apenas o vínculo forte e enigmático entre essas duas figuras, mas também as conexões entre o presente e o passado, o corpóreo e o espiritual, e os vivos e os mortos. (Museum of the Art Institute of Chicago)